Justiça Federal realiza visita técnica ao CEJUSC de Teófilo Otoni para fortalecer métodos consensuais de solução de conflitos

Da esq. p/ dir: Emanuela Rodrigues Martins, diretora do Núcleo de Apoio Judiciário da Subseção de Teófilo Otoni; juiz federal Itelmar Raydan Evangelista, da 11ª Vara Federal Cível/JEF Adjunto de Belo Horizonte e coordenador do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (NUPMEC/COJUS-TRF6); juiz federal Antônio Lúcio de Oliveira Barbosa, diretor da Subseção Judiciária de Teófilo Otoni e coordenador do Centro Judiciário de Solução Consensual de Conflitos e Cidadania (CEJUSC/TOT); Haroldo Ferri, diretor do Centro Judiciário de Solução Consensual de Conflitos e Cidadania (CEJUSC) da Subseção de Belo Horizonte; e Fernando Gomes Sfredo, diretor do Núcleo de Apoio à Secretaria da Subseção Judiciária de Teófilo Otoni.

Teófilo Otoni (MG) — No dia 12 de março de 2026, representantes da Justiça Federal da 6ª Região estiveram na Subseção Judiciária de Teófilo Otoni para uma visita técnica ao Centro Judiciário de Solução Consensual de Conflitos e Cidadania (CEJUSC). A ação integra o cronograma do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (NUPEMEC), vinculado à Coordenadoria Regional de Solução Adequada de Controvérsias (COJUS).

A equipe foi liderada pelo juiz federal Itelmar Raydan Evangelista, coordenador do NUPEMEC, e contou com a participação do servidor Haroldo Ferri, diretor do CEJUSC/BH. O objetivo da visita foi conhecer de perto os desafios enfrentados pelas unidades que atuam com métodos autocompositivos, além de promover o aprimoramento contínuo da política de conciliação.

Da esq. p/ dir: Emanuela Rodrigues Martins, diretora do Núcleo de Apoio Judiciário da Subseção de Teófilo Otoni; Fernando Gomes Sfredo, diretor do Núcleo de Apoio à Secretaria da Subseção Judiciária de Teófilo Otoni; juiz federal Antônio Lúcio de Oliveira Barbosa, diretor da Subseção Judiciária de Teófilo Otoni e coordenador do Centro Judiciário de Solução Consensual de Conflitos e Cidadania (CEJUSC/TOT); juiz federal Itelmar Raydan Evangelista, da 11ª Vara Federal Cível/JEF Adjunto de Belo Horizonte e coordenador do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (NUPMEC/COJUS-TRF6); e Haroldo Ferri, diretor do Centro Judiciário de Solução Consensual de Conflitos e Cidadania (CEJUSC) da Subseção de Belo Horizonte.

Durante o encontro, foram realizadas reuniões com o juiz federal Antônio Lúcio de Oliveira Barbosa, com o servidor do CEJUSC local, Fernando Gomes Sfredo, com a diretora do Núcleo de Apoio Judiciário da Subseção de Teófilo Otoni, Emanuela Rodrigues Martins, e com a diretora de secretaria, Adelane da Rocha Ribeiro Cardoso. Na ocasião, foram discutidas práticas, dificuldades e oportunidades para fortalecer a resolução pacífica de conflitos.

Segundo o juiz federal Itelmar Raydan Evangelista, a coleta de informações é fundamental para propor ao Tribunal Regional Federal da 6ª Região medidas normativas e estruturais que contribuam para o fortalecimento dos CEJUSCs e para a ampliação do acesso da população à justiça consensual.

“A atuação do NUPEMEC busca não apenas reduzir o número de processos judiciais, mas, sobretudo, oferecer à sociedade uma alternativa célere, eficiente e acessível para a solução de litígios”, destacou o magistrado.

A visita técnica foi considerada produtiva e marcou mais um passo no compromisso da Justiça Federal com a promoção de métodos consensuais de solução de conflitos, reafirmando a importância da conciliação como ferramenta para a pacificação social e a melhoria dos serviços prestados à população.

Segundo a avaliação do magistrado, “a Subseção de Teófilo Otoni tem se destacado por exercer uma atuação consideravelmente proativa e eficiente na resposta jurisdicional célere aos jurisdicionados. É uma Subseção Judiciária que conta atualmente com 13 Unidades Avançadas de Atendimento espalhadas pela extensa base territorial de sua competência, atendendo a uma diversidade de situações próprias da região.

Além disso, é digno de nota, além do elevado índice de soluções obtidas mediante conciliação, a atuação em prol da comunidade indígena Maxakali, para a qual foi levada, com resultados expressivos, a prestação jurisdicional no formato de juizado especial itinerante, resultando na concessão de benefícios previdenciários e assistenciais a indígenas com direitos reconhecidos.”

Botão voltar