
O Instituto Innovare acaba de dar a largada para o reconhecimento das iniciativas mais transformadoras da Justiça brasileira. Estão abertas as inscrições para a 23ª edição do Prêmio Innovare, uma das mais prestigiadas premiações da área jurídica, que busca identificar e disseminar práticas que tornam o sistema judicial mais ágil, acessível e eficiente.
Até 5 de maio, profissionais do Direito de todo o país podem submeter seus projetos que, além de solucionar desafios cotidianos, servem de inspiração para a modernização das instituições.
Clique aqui e consulte o regulamento da 23a. edição
Por que participar do Prêmio Innovare 2026?
Mais do que um troféu, o Innovare funciona como um selo de qualidade e inovação. Para o profissional, é a oportunidade de colocar sua prática em uma vitrine nacional, atraindo olhares de órgãos superiores e da sociedade civil. Isso porque o Innovare não premia apenas o resultado, mas a capacidade criativa de magistrados, promotores, defensores, advogados e de todos os participantes do Judiciário em humanizar a aplicação da lei.
As categorias para premiação são:
Para estas categorias acima, as inscrições devem ser feitas pelo site do Prêmio Innovare, o www.premioinnovare.com.br.
A Categoria CNJ receberá práticas selecionadas pelo Plenário do Conselho Nacional de Justiça que estejam publicadas no Portal CNJ de Boas Práticas do Poder Judiciário. Para isso, magistrados devem inscrever suas práticas no portal do CNJ, no endereço https://boaspraticas.cnj.jus.br/portal, no eixo Transparência.
Como já é tradicional, a premiação também escolherá uma prática, entre todas as deferidas, que represente os melhores esforços para um tema especial. Em 2026, o Prêmio Destaque terá como tema Administração pública responsável: transparência e prestação de contas à sociedade.
O período de visitas às práticas pelos consultores Innovare também já está definido: entre os dias 18 de maio e 18 de julho de 2026.
O que é essencial para se inscrever no Prêmio Innovare
Práticas em andamento: Não serão aceitos projetos, livros ou artigos. Os trabalhos inscritos já devem estar em andamento e ter resultados comprovados de que estão trazendo bons resultados para a Justiça.
Resultados Comprováveis: Utilize dados concretos. Quantos processos foram agilizados? Quantas pessoas foram atendidas?
Replicabilidade: Demonstre que sua ideia pode ser aplicada em outras comarcas ou estados.
Impacto Social: O fator humano é o diferencial. Como sua iniciativa mudou a vida do cidadão comum? Como ela colaborou para tornar mais ágil e eficiente o trabalho dentro da instituição?
Celeridade: Como sua prática ajudou a resolver impasses, conflitos e agilizou a solução de processos?
Satisfação do usuário: Quais números ou dados comprovam a satisfação individual dos beneficiados e demais envolvidos?
Clique aqui e veja conheça todos os critérios utilizados pela Comissão Julgadora para avaliação das práticas.
Sobre o Prêmio Innovare
O Prêmio Innovare é uma das mais bem conceituadas premiações da justiça brasileira, não raramente identificada como o Oscar da Justiça. Tem como objetivo o reconhecimento e a disseminação de práticas transformadoras que se desenvolvem no sistema de Justiça do Brasil, independentemente de alterações legislativas.
O Prêmio é realizado pelo Instituto Innovare, em parceria com o Ministério da Justiça, a Advocacia Geral da União, associações jurídicas e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com o apoio da Globo.
Mais do que reconhecer, o Innovare busca identificar ações concretas que signifiquem mudanças relevantes em antigas e consolidadas rotinas e que possam servir de exemplos a serem implantados em outros locais.
Criado em 2004, o Prêmio Innovare está em sua 23ª.edição em 2026. Ao todo, 312 iniciativas já foram destacadas com prêmios e menções honrosas desde 2004. Boa parte delas já se tornaram políticas públicas.
Desde a criação, mais de 10 mil práticas selecionadas estão organizadas no Banco de Práticas, que pode ser consultado gratuitamente no site da premiação.
São parceiros da premiação o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Ministério da Justiça e Segurança Pública, através da Secretaria Nacional de Justiça, a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), a Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), a Associação Nacional das Defensoras e Defensores Públicos (Anadep), Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra).
Fonte: Instituto Innovare
